Sobre a entrevista de Pompeo de Mattos para a Rádio Osório

Darci Pompeo de Mattos, 58, deputado federal e presidente estadual do PDT, abordou o cenário político estadual e nacional em entrevista via telefone à Rádio Osório na manhã desta quinta, 18, apresentado por Elias Silveira.

Confiança nos parlamentares: “O brasileiro confia, desconfiando. Aqui no Senado: Se confiar na virgem, você vai precisar correr. Vou morrer, dar os meus olhos e ainda não verei tudo”.

Democracia- “Para enfrentar os problemas da democracia, é necessário se ter ainda mais democracia, mais comprometimento, envolvimento e fiscalização”.

Impeachment- “O impeachment é um processo mais demorado, mais sangrento e que vai criar mais instabilidade econômica e política no país. Como diz o ditado: É o que temos para o momento”.

Eduardo Cunha na Presidência da Câmara dos Deputados- “A época não tínhamos as provas, e ele foi eleito. Votei contra e posso falar: Se soubéssemos dos fatos, falaríamos na cara, apontaríamos os fatos e provavelmente ele não seria eleito. Votamos contra para fazermos uma crítica política”.

Foto: Alexandre Amarante

Mattos destaca que era colega de Cunha na comissão de Agricultura ou de Comissão em Justiça, à época em que era deputado de 2002-2006. “Ele era um político desprestigiado pelo Partido Progressista (PP), ele não era nada e virou um “Deus”.  Os anos que tive fora, não vi o crescimento; ele era um Zé Ninguém, uma Severina Xique-Xique.

Rompimento com o Governo Estadual- “A primeira razão do rompimento do PDT com o governo estadual, foi o quadro de divergências insuperáveis. Não defendemos as privatizações da CEEE, Companhia Riograndense de Mineração (CRM) e da Sulgás. Aqui em Brasília, tivemos encontro por renegociação da dívida do RS com Brasília; mas o PDT não concorda com as exigências da União. Votamos contra aqui e no RS, e não seria ético seguirmos no governo. Saímos de uma forma respeitosa; acreditamos que o atual governo não possui problemas éticos, a divergência nossa contra o governo, está no campo de ideias”.

Candidatura própria (PDT) ao Governo estadual e Senado- “Estamos percorrendo o estado, para viabilizarmos as candidaturas: Governador e Senador. Iremos definir em setembro de 2017; os nomes mais fortes para as indicações: Romildo Bolzan Jr, Vieira da Cunha e Jairo Jorge.”

Vinda de Jairo Jorge (PT para o PDT): “Ele era um estranho no ninho do PT, veio por espontânea vontade. Ele foi o único do PT que apoiou a candidatura do Alceu Collares ao governo e quando prefeito de Canoas, criou uma escola de tempo integral com o nome de Governador Leonel de Moura Brizola.

Texto: Julian Rodrigues

 

 

 

 

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