O assistente de acusação, advogado Ivan Brocca, contratado pela família do Policial Rodoviário Aposentado Fábio Cezar Zortéa, 59, morto no dia 23 de agosto do ano passado, em Torres, com um tiro de pistola . 380, desferido por um Policial Militar  se pronunciou sobre o encerramento das investigações da Policia Civil sobre o caso, discordando sobre o enquadramento do autor do disparo,  PM  Ivan Júnior Scheffer Emerim, – indiciado por homicídio simples, tentativa de homicídio simples, omissão de socorro, fraude processual, lesão corporal e disparo de arma de fogo em local público./ Segundo o advogado, de acordo com as provas colhidas no inquérito, se trata de um caso Homicídio Qualificado, e que pretende contestar,  o relatório final das investigações.  “Entendo que se trata de homicídio qualificado , e não simples, como está no relatório”, defendeu. Outro questionamento de Brocca, é quanto a participação do vigilante  Paulo Cesar Ferreira Walency, indiciado  por lesão corporal, “ele tem que ser tratado como co-autor desse crime , foi ele que deu azo a tudo que culminou com a morte de Fabio Zortéa”, explica. O advogado Ivan Brocca, explica que vai buscar uma reunião com o representante do Ministério Público que irá atuar no caso,  para expor sua  avaliação,  e mudar a tipificação do crime, nesses dois casos. Quanto aos outros sete indiciados no caso, entre policiais militares, e os próprios filhos da vítima, não há nada a contestar, segundo Brocca.

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