A ação ocorreu na tarde sábado, (30) quando uma guarnição da PATRAM de Osório em patrulhamento de rotina avistou uma rede de pesca instalada no corpo hídrico da Lagoa do Marcelino, contrariando a INSTRUÇÃO NORMATIVA MMA Nº 17, DE 17 DE OUTUBRO DE 2004 da Bacia do rio Tramandaí.   A referida rede de espera medindo 500m, de malha 8mm, estava cobrindo mais de 1/3 (um terço) da lagoa. E o que é mais inaceitável, estava colocada na saída de um valo onde o forte cheiro de esgoto é indicativo de local poluído, e por consequência todo pescado, que eventualmente venha a ser retirado daquele local, certamente estará contaminado. Ou seja, a ação do(s ) pescador(es), contraria as normas sanitárias de captura de peixe para o consumo humano.  De acordo com Sargento Matias, “a pesca nessa lagoa é insalubre, pois é uma lagoa poluída, e mesmo assim, alguns pescadores, se utilizam dela, e vendem os peixes na comunidade”, adverte. Mesmo sendo autorizado pelos órgãos públicos, a PATRAM está sempre atenta a pesca predatória e uso de petrechos proibidos. A rede apreendida, estava identificada com um protocolo vencido, e sem nome do pescador, indicio suficiente para denotar a tentativa de burlar a fiscalização. Diante dos fatos a rede foi recolhida para a sede do 2º Pelotão de Polícia Ambiental de Osório, para posteriormente ser destruída.

Foto: PATRAM Osório/Divulgação